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Projecto pioneiro de colaboração com a Biblioteca Municipal de Cascais, destinado a contar a História da Ibéria a crianças. Os contos são apresentados sob a forma de narrativas originais ou adaptadas do nosso património histórico-cultural.

Voltámos com o Outono. Assim estava previsto.
Dedicámos este primeiro conto do ano IV à conquista de Ceuta. Todavia, não nos limitámos à epopeia que caracteriza tal vitória. Fomos mais longe, abordámos o "dia seguinte" para entendermos que a um objectivo deve corresponder um fim. Algo que os políticos de hoje -- seis séculos depois -- ainda não entenderam. E, pese a manutenção da praça em mãos cristãs em pleno século XXI, a cidade revelou-se, no dizer do infante Pedro, "um sorvedouro do reino". Do plano tão profundamente elaborado, pouco mais restou para além do garbo militar, da prática do saque, da extorsão e da prossecução de interesses privados. A começar pelo designado (que remédio, não é, João I?) capitão, Pedro de Meneses.
Perderíamos a cidade, em 1640, quando o governador, D. Francisco de Almeida, se meteu em "democracias anacrónicas". Ingenuidade ou fatalismo? Maktub!



DESAFIO VOCABULAR
Ausente o João Fernandes, um dos líderes ao fecharmos Junho, as propostas de enriquecimento vocabular foram:
Pobreza franciscana, expressão cujo significado é mediocridade;
Angras, que se trocam por enseadas;
Escudela, versão para uma tigela de tamanho reduzido.
Face às pontuações obtidas, os mais bem classificados são:
Maria Lorena............................130 Pontos
Lourenço Pinto..........................120
João Machado...........................105
João Fernandes.........................100
Hugo Âmbar...............................70
Em linha com a filosofia seguida no conto anterior, focaremos de novo a concentração em sala. A partir do próximo mês, regressaremos ao figurino relacionado com a aprendizagem por repetição e estudo das expressões e vocábulos a concurso no bimestre Outubro/Novembro.
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